<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vamos viver de brisa?</title>
	<atom:link href="http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.arnug.com/arnug</link>
	<description>por Ana Carolina Moreno</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Sep 2010 15:00:17 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Uma crítica</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=424</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=424#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 15:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=424</guid>
		<description><![CDATA[Como jornalista, já produzi textos nos mais variados gêneros, mas essa é a minha primeira crítica de cinema.
Trata-se do filme mais sereno do ano. Um lançamento exclusivo que pirateio em tempo real. Governo nenhum poderá me perseguir porque, felizmente, eu detenho parte dos direitos autorais dessa magnífica obra cinematográfica.
A trilha sonora que escolhi tem voz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como jornalista, já produzi textos nos mais variados gêneros, mas essa é a minha primeira crítica de cinema.</p>
<p>Trata-se do filme mais sereno do ano. Um lançamento exclusivo que pirateio em tempo real. Governo nenhum poderá me perseguir porque, felizmente, eu detenho parte dos direitos autorais dessa magnífica obra cinematográfica.</p>
<p>A trilha sonora que escolhi tem voz aguda e rouca ao mesmo tempo e canta que “os tempos, eles estão mudando”, antes de assoprar tudo o que eu sinto através de uma gaita. Mas preciso pausar o Bob, porque sou apenas a co-diretora desse longa-metragem que já dura três horas, vinte e nove minutos e cinqüenta e sete segundos. Você abriu os olhos, deu play numa música em espanhol sobre pombas e almas e voltou a fechar os olhos.</p>
<p>O cenário é uma cama. Um travesseiro com fronha branca e amarela está dobrado no meio embaixo da cabeça do protagonista. Ele dorme de lado e tenta sonhar com a plateia que não aguarda atenta à próxima cena. Esse não é um filme de suspense. Aqui, sem pipoca, menthos ou óculos 3D, contemplo as veias do seu braço direito e como a barra da manga esquerda da sua camiseta cinza chumbo revela sobre a sua pele um vão muito convidativo à interação da telespectadora.</p>
<p>Enquanto os bons e velhos garotos bebem uísque e cantam sobre a o dia em que a música morreu você desarruma os próprios cabelos e muda o ritmo do filme para uma lambada. Seria o ponto baixo dessa produção caseira, devo admitir, não fosse o sorriso maroto de carismático ator-revelação, que conquistou a audiência logo na vinheta de abertura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=424</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=421</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=421#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 03:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=421</guid>
		<description><![CDATA[Acabou minha última vida. Trouxe comigo um colete azul, uma caneca laranja e um coração vermelho-sangue. Deixei para trás um segredo escancarado, muitas horas à sombra das árvores e pedaços de mim espalhados pelo mundo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou minha última vida. Trouxe comigo um colete azul, uma caneca laranja e um coração vermelho-sangue. Deixei para trás um segredo escancarado, muitas horas à sombra das árvores e pedaços de mim espalhados pelo mundo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=421</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Los Goya</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=415</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=415#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 May 2010 10:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[lapices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=415</guid>
		<description><![CDATA[La vida no es una película. No hay un guión, nadie ha memorizado frases y expresiones faciales. No hay dirección, hacemos lo que nos da la gana cuando y como nos apetezca. El paisaje de las escenas y los efectos de luz no pasan de  coincidencias, a veces felices, otras no.
Pero si nuestras vidas sí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La vida no es una película. No hay un guión, nadie ha memorizado frases y expresiones faciales. No hay dirección, hacemos lo que nos da la gana cuando y como nos apetezca. El paisaje de las escenas y los efectos de luz no pasan de  coincidencias, a veces felices, otras no.</p>
<p>Pero si nuestras vidas sí fueran películas, deberías dejar esa obsesión ridícula de querer ser el protagonista de la mía, mientras me tratas como un personaje secundario en la tuya.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=415</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>my old strengh is my new friend</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=412</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=412#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 23:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[lapices]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=412</guid>
		<description><![CDATA[i could really use you right now. except it would have to be the old you. cause i am still the same me. the usual me. but not for long.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>i could really use you right now. except it would have to be the old you. cause i am still the same me. the usual me. but not for long.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=412</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Um amigo espanhol&#8221;</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=401</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=401#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 16:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogdas30pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=401</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Blog  das 30 pessoas
Vivo longe de todos os meus melhores amigos. Já estou acostumada, faz  parte do meu show, tenho muito talento para o cargo de amiga à  distância. Mas não tenho medo de admitir que sinto falta das músicas que  me ajudavam a dormir nas madrugadas insones [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Publicado originalmente no <a href="http://blogdas30pessoas.blogspot.com/2010/04/um-amigo-espanhol.html">Blog  das 30 pessoas</a></strong></p>
<p>Vivo longe de todos os meus melhores amigos. Já estou acostumada, faz  parte do meu show, tenho muito talento para o cargo de amiga à  distância. Mas não tenho medo de admitir que sinto falta das músicas que  me ajudavam a dormir nas madrugadas insones pré-formatura. Dos almoços  com suco de limão com rosa seguido de um filme aos sábados, dos abraços  coletivos na hora do gol no estádio, do cafuné feito com as pontas dos  dedos no ponto mais alto da testa. De fazer o ridículo e se divertir  mais do que ninguém nas aulas de Badminton, das intermináveis partidas  de Literati, dos torneios de Tetrinet, de fazer as palavras cruzadas a  quatro mãos e dividir o Danette ao som de Pat Metheny. De passar as  tardes escutando a Rádio Mix enquanto estudamos química, afogar os  sonhos mortos em suco de amarelo no bandejão do Coseas e depois ver as  nuvens passarem por cima da Torre do Relógio. De adotar as gírias  alheias e recontar as mesmas histórias, brigar para que o Estatuto  esteja 100% correto, não importa o cansaço dos envolvidos, e o Manual  não tenha nenhum erro ortográfico.</p>
<p>Amanhã você entra nessa lista.  Graças à sua partida, a média de altura do grupo de amigos distantes  vai subir, é você é o primeiro sócio masculino desse clube que tem mãos  pequenas o suficiente para entrar nas minhas luvas sem rasgá-las.  Sempre são bem-vindos os integrantes que usam óculos, preferem o  Desmond, dançam como se ninguém estivesse olhando e não perdem a  compostura depois de beber, porque não precisam de ajuda para praticar a  sinceridade.</p>
<p>Da próxima vez que eu fizer um resumo como o do  primeiro parágrafo, mencionarei a saudade de ganhar sempre no  quebra-cabeça e perder sempre no campo minado, ou a falta que me faz  engasgar com a mistura da ventania, a paisagem alucinante e a companhia  de alguém que se ofereceu para estar ali tomando vento de graça.  Omitirei seu nome e te citarei apenas como “um amigo espanhol”.</p>
<p>Se  me pedirem para detalhar um pouco mais, talvez eu lhes diga que nos  demos muito bem porque compartilhamos a mesma visão de mundo, apesar de  que a maneira como aplicamos essa filosofia na prática é diametralmente  oposta. E que ajudou consideravelmente o fato de que desde o início só  poderíamos ser amigos. E que era um momento em que me faltava ter por  perto essa visão de mundo parecida. E que poderíamos ter tido o triplo  do tempo, não fosse pela minha mania de começar as coisas e deixá-las  pela metade, mas que isso não importa porque se eu não fosse caótica  talvez não fôssemos amigos.</p>
<p>Pode ser que eu lhes conte sobre como  ontem falávamos sobre mais uma das nossas muitas diferenças. Você não  gosta de quase ninguém e eu gosto de quase todo mundo. Você desviou o  olhar e fez aquela cara séria que deixa teu rosto ainda mais esguio e  destaca teus óculos de armação preta e grossa. E então pairou uma pausa  dramática, à qual contribuí porque preciso de tempo para entender o teu  espanhol prolífico e em baixo tom. Também costumo esperar para ver se um  dos cantos da tua boca vai se encolher e revelar a ironia que vive na  ponta da tua língua e corta seis cabeças de quase todos os bichos.</p>
<p>Mas  vão dizer que é amor, isso de ficar falando sobre os cantos da tua  boca, a cor dos teus óculos e o teu vocabulário. E eu vou ter que dizer,  mais uma vez, que não, não é amor. Mas eu não gosto de mentir, e eu sei  que sim, é amor. Mas amor de amigo. O problema é que ninguém se  interessa por amor de amigo, platônico, simples e natural. Esse tipo de  amor não esgota a bilheteria, não entope a caixa de comentários e não  sobrevive muito tempo às fofocas do almoço de domingo. Todo mundo quer  emoção, intriga, histórias épicas, braços ao ar e vozes alteradas.</p>
<p>Mas  nem tudo na vida precisa lembrar uma novela. Às vezes é bom se  contentar com pouco. Quando o pouco basta, o pouco vira muito. E mais  não poderia pedir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=401</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acabou</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=367</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=367#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 23:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[letras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=367</guid>
		<description><![CDATA[Me sinto como o Rei Branco, carregado no ar por uma invisível Alice. Como se uma pinça mágica controlasse minha localização geográfica e não houvesse nada que eu pudesse fazer para mudar meu destino.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me sinto como o Rei Branco, carregado no ar por uma invisível Alice. Como se uma pinça mágica controlasse minha localização geográfica e não houvesse nada que eu pudesse fazer para mudar meu destino.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=367</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mamitis</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=394</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=394#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 21:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nix]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=394</guid>
		<description><![CDATA[Here comes the tiny big independent girl. Swallowing her pride, admitting that she misses her mommy. Of course, her mommy won&#8217;t get to hear that, so she might as well figure it out on her own. Although I guess every mother knows it and I&#8217;m not that bad of a daughter for her to second [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Here comes the tiny big independent girl. Swallowing her pride, admitting that she misses her mommy. Of course, her mommy won&#8217;t get to hear that, so she might as well figure it out on her own. Although I guess every mother knows it and I&#8217;m not that bad of a daughter for her to second guess herself.</p>
<p>In other news, no, I&#8217;m not just suffering from mamitis. Since Saturday night I&#8217;ve gone from a mild sore throat derived of chilly weather to the flu and today I now have blocked sinuses. Yay for me.</p>
<p>And while we&#8217;re at it&#8230; She&#8217;s not a smurf and doesn&#8217;t like being called that because her height doesn&#8217;t define her.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=394</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Melancholy and the infinite sadness</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=389</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=389#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 22:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nix]]></category>
		<category><![CDATA[cesar]]></category>
		<category><![CDATA[smashing pumpkins]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=389</guid>
		<description><![CDATA[Today was sunny, warm and bright. Tonight&#8230; Tonight is proof that there are dates that will never pass by unnoticed.
Last year I wrote in Spanish, this year I write in English, the seven years before that I preferred the silence.
Actually, this year I&#8217;ll shut up as well. I&#8217;ll just listen.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Today was sunny, warm and bright. Tonight&#8230; Tonight is proof that there are dates that will never pass by unnoticed.</p>
<p>Last year I wrote in Spanish, this year I write in English, the seven years before that I preferred the silence.</p>
<p>Actually, this year I&#8217;ll shut up as well. I&#8217;ll just <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XQSxwzOngMU" target="_self"><strong>listen</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=389</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Noticias del sábado #1</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=386</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=386#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 13:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[NS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=386</guid>
		<description><![CDATA[Me apetece escribir en español. Nada que ver con la muerte de Miguel Delibes&#8230; O a lo mejor sí. Ayer, con lo de Delibes y Marta de Castillo dominando mi tele, y el triste fin de Glauco atascando mi Internet, la verdad es que me ha quedado poco tiempo para actividades no macabras. Ayer fue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me apetece escribir en español. Nada que ver con la muerte de Miguel Delibes&#8230; O a lo mejor sí. Ayer, con lo de Delibes y Marta de Castillo dominando mi tele, y el triste fin de Glauco atascando mi Internet, la verdad es que me ha quedado poco tiempo para actividades no macabras. Ayer fue Martes 12, es decir, hoy es el 13, luego quedan 4 días y viene el 17. El día en que todos beben por los irlandeses beben. Excepto yo.</p>
<p>El 17 cumplo 10 años como mortal y aún no entiendo bien el cliché que habla de como debemos vivir todos los días como si fueran el último. Los últimos? No lo entiendo. O por lo menos no lo acepto.</p>
<p>Escribo pero debería estar en el gimnasio estirando los músculos posteriores de mi pierna para aliviar el volumen de líquido sinovial en los dedos de mis pies. Encontrar excusas para no ir al gimnasio es mi nuevo hobby, porque ya me aburre mi hobby anterior: encontrar excusas para no ir a clases de idiomas. Ahora simplemente ignoro la EOI y practico francés por Internet e gallego con las feministas. Y voy en bici, cuando no llueve.</p>
<p>Además, actualmente me defino así:</p>
<p>Vivo un hiato sin fecha de caducidad y ese es el mayor problema que tengo.<br />
Tenía planes claros antes de volver, pero ya los he cambiado por planes borrosos.<br />
Cultivo blogs muertos.<br />
Casi echo de menos a mi insomnio, porque he dormido demasiado.<br />
Casi echo de menos a mi apetito insaciable, porque he comido poco.<br />
Mis mejores compañías siguen on-line, aunque no viven lejos.<br />
&#8220;Soltera siempre, sola nunca&#8221; ya no mola tanto. La segunda parte de la expresión, porque la primera sigue molando.<br />
Mi trabajo mola incluso cuando me irrita.</p>
<p>No estoy triste, pero tampoco estoy contenta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=386</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amor de radiador</title>
		<link>http://www.arnug.com/arnug/?p=404</link>
		<comments>http://www.arnug.com/arnug/?p=404#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogdas30pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arnug.com/arnug/?p=404</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Blog das 30 pessoas
Descobri hoje que a cor da pele e o roxo produzem um degradê fascinante  nos nós dos meus dedos da mão. Basta que eu esqueça as luvas em casa.
Não,  não foi assim que começou a história. Eu as deixei em casa  propositalmente. Trata-se do par &#8220;oficial&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Publicado originalmente no <a href="http://blogdas30pessoas.blogspot.com/2010/03/amor-de-radiador.html">Blog das 30 pessoas</a></h3>
<p>Descobri hoje que a cor da pele e o roxo produzem um degradê fascinante  nos nós dos meus dedos da mão. Basta que eu esqueça as luvas em casa.</p>
<p>Não,  não foi assim que começou a história. Eu as deixei em casa  propositalmente. Trata-se do par &#8220;oficial&#8221; de luvas de lã cinza, de  mangas compridas que chegavam até o cotovelo e furos para que os dedos  ficassem unidos*. Comprei-as ano passado e resolviam minha obsessão tola  por blusas e jaquetas que não alcançavam meus pulsos.</p>
<p>Mas hoje  decidi deixá-las em casa, e apenas cogitei levar o par de luvas do  camelô**, mais fáceis de manusear.</p>
<p>Fui confiante na minha posição  de veterana. Levava o segundo inverno na flauta, em comparação com o  primeiro. Há poucos dias me dei conta de que já era março, estava na rua  sem gorro e sem luvas e não tiritava.</p>
<p>Ignorei que isso havia  sido há poucos dias, quando os graus Celsius estavam por aqui em dúzia, e  hoje metade deles havia sido levado pelo vento para longe da Calle  Barcelona, onde fui para tirar fotos da intervenção feminista da rua dos  imigrantes. O segundo destino só se podia alcançar a pé. E só lá parei  para ver as minhas mão. Os dedos, Roxo 5 graus. Contraste com o esmalte  Vermelho 40 graus.</p>
<p>Claro que, como veterana, também havia abolido  o combinando calça-dupla. Nada como meia hora no ponto de ônibus para  que os joelhos comecem a dançar por conta própria.</p>
<p>O corpo  agüentou como pôde. Cheguei em casa faminta e só mesmo o radiador para  derreter o gelo do lado de fora. Pensei em várias metáforas para  explicar o gelo do lado de dentro e criar um post digno desse blog. Mas  do lado de dentro a temperatura está confortável, o clima está ameno, a  vida vai bem.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_iJPuvnUZlho/S5WsxbPDiLI/AAAAAAAAEKw/3L_B4Mv2XcQ/s1600-h/P1000228+-+Copy.JPG" onblur="try  {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446449289498953906" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iJPuvnUZlho/S5WsxbPDiLI/AAAAAAAAEKw/3L_B4Mv2XcQ/s320/P1000228+-+Copy.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-style: italic;">*Aprendi no Canadá que o calor do próprio  corpo é mais eficaz que o de membros envoltos só em lã, e por isso as  luvas que deixam os dedos juntos esquentam mais.<br />
**Aprendi no Canadá  que lá elas são inúteis.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arnug.com/arnug/?feed=rss2&amp;p=404</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
