I’ve got a right to be wrongMy mistakes will make me strongI’m stepping out into the great unknownI’m feeling wings though I’ve never flownI’ve got a mind of my ownI’m flesh and blood to the boneI’m not made of stoneGot a right to be wrongSo just leave me alone
I’ve got a right to be wrongI’ve been held down too longI’ve got to break freeSo I can finally breatheI’ve got a right to be wrongGot to sing my own songI might be singing out of key But it sure feels good to meGot a right to be wrongSo just leave me alone
You’re entitled to your opinionBut it’s really my decisionI can’t turn back I’m on a missionIf you care don’t you dare blur my visionLet me be all that I can beDon’t smother me with negativityWhatever’s out there waiting for meI’m going to faced it willingly
I’ve got a right to be wrongMy mistakes will make me strongI’m stepping out into the great unknownI’m feeling wings though I’ve never flownI’ve got a mind of my ownFlesh and blood to the boneSee, I’m not made of stoneI’ve got a right to be wrongSo just leave me alone
I’ve got a right to be wrongI’ve been held down to longI’ve got to break freeSo I can finally breatheI’ve got a right to be wrongGot to sing my own songI might be singing out of key But it sure feels good to meI’ve got a right to be wrongSo just leave me alone
O que as fotos fazem com as pessoas hein? Estava fuçando no Horta, que por sinal me deu umas saudades de Vitória, o que me lembrou que amanhã eu tenho que preparar o presente de um certo amigo muito querido das terras capixabas, o que me deixa animada mas desanimada ao mesmo tempo, só de pensar em tudo que eu tenho que fazer amanhã.
A fotografia não retrata nenhuma realidade. Ela só recorta a realidade e registra um pedaço do que aconteceu. E todo mundo, pro resto da existência, que não esteve lá, vai ter uma idéia distorcida. É só ver a foto do Che Guevara que todo mundo conhece… É só um recorte do recorte (a foto inteira, que eu vi graças ao Bruno Mandelli no ótimo trabalho que ele fez pra aula da Mayra, não é tão inspiradora).
Mas a foto ainda mexe com a gente. Seja ela um retrato de algo que passamos, ou seja de qualquer pessoa em qualquer lugar a qualquer momento, não importa se ele mudou o curso da história, não importa se conhecemos ou já ouvimos falar da pessoa. A foto nos dá um certo poder divino, de olhar o passado de frente, segurá-lo na mão, recortá-lo ao meio, gostar ou não gostar.
Ia dar exemplos mas tô com preguiça.
Pra quem quiser me achar, segue o meu itinerário:
Quinta:
11h – 13h: decupando fita
13h – 14h: almoço
14h40: Filme “O Segredo de Vera Drake” no Belas Artes
17h30 – 19h30: pendências do Rotex
20h: nada
22h: *segredo*
Sexta:
11h – 13h: trabalho de ‘Leitura e Produção de Texto’
13h – 14h: almoço
14h – 16h: *segredo*
17h: Filme “Maria Cheia de Graça” no Cine Segall
20h: trabalho de ‘História da Ciência’
Sábado:
11h – 13h: *segredo*
13h – 14h: almoço
14h – 16h: *segredo*
18h40: Filme “A Queda! As últimas horas de Hitler” no Metrô Santa Cruz
21h: terminar boletim
23h: quem quer ir pra balada?
Domingo:
12h: almoço
14h: tarde no parque
16h30: Filme “The Corporation” no Cinearte
18h: fazer tudo o que não fiz porque enrolei pra cumprir esse cronograma
Só falta um mês pra acabar essa loucura!
025: Eu gosto de dirigir com o braço pra fora do carro
026: Eu adoro aquele ventinho que o metrô faz quando chega na estação
027: Minhas estações de metrô favoritas são Sumaré e Anhangabaú
028: Eu consigo ouvir a mesma música várias vezes seguidas por vários dias seguidos sem me encher dela
029: Eu não suporto fazer o mesmo caminho todo dia
030: Eu aperto sim o botão do elevador duas vezes pra ele fechar mais rápido
031: Eu não tenho cor favorita
032: Eu passei direto no vestibular (e peguei a última vaga da primeira chamada)
033: Eu passei direto no exame da auto-escola
034: Desde os 11 anos eu quis fazer intercâmbio. Consegui com 18
035: Desde os sete anos eu quis usar óculos. Consegui com 22
036: Eu não acredito em astrologia e horóscopo, mas acho que não tem signo que encaixe melhor com a minha personalidade do que o meu, gêmeos
037: Eu uso sandália papete com meia
038: Eu dou minha comida pros meninos no farol
039: Eu tenho uma paixão secreta por andar de metrô, mas sinto que é porque eu não preciso fazê-lo regularmente
011: Eu tenho medo de atravessar ruas.
012: Eu nunca quebrei nenhuma parte do meu corpo.
013: Odeio poucas coisas… Mas odeio requeijão. Não consigo conceber como é possível comer algo que tem aparência e consistência de cola.
014: Sempre que vejo uma roupa que quero comprar, e a vendedora me diz que “está usando”, eu desisto de comprar.
015: Eu tenho a pulseira amarela da Lance Armstrong Foundation. Mas ganhei de presente, porque provavelmente não teria comprado.
- Sessão “Presentes que você pode comprar caso queira me agradar” -
016: Um saco de dadinhos (o docinho de amendoim)
017: Livros
018: Cadernos, um pouco mais que livros
019: Trident
020: Tênis
- Sessão “Só compre se você quiser me frustrar” -
021: Flores nunca
022: Anel de compromisso
023: Qualquer coisa de Dia dos Namorados
024: Jóia
Hoje saí 23h do trabalho, mas tá tudo bem!
Amanhã tenho que chegar às 8h, mas tá tudo bem!
Perdi todas as aulas da faculdade hoje, mas tudo bem!
E também não tenho tempo de comer direito… mas tudo bem!
Tenho trocentas coisas pra arrumar pra Semanajor, mas tudo bem!
Meu aniversário tá chegando e provavelmente nem vai ter festa, mas tudo bem!
Sabe por quê? Hoje eu almocei no meu restaurante vegetariano favorito e, lá, onde nada é normal e a maioria das pessoas vai desacompanhada, o meu livro novo ficou fantástico!
Então, se tudo bem com vocês, meu post vai ser mixuruca assim mesmo porque estou indo ler mais!
11: Eu odeio requeijão! Não consigo olhar pra ele sem ficar com a imagem de cola cascolar na cabeça, e quem gosta de passar cola no pão?
12: Eu tenho medo de atravessar a rua.
13: Eu tenho a pulseira LiveStrong, mas não fui eu que comprei. Provavelmente não compraria.
14: Adoro um menino de óculos…
15: Todo ano tenho uma cor favorita nova (em 2005, roxo)
Eu não sei porque eu entro nesses jogos se eu sempre perco! Tô sempre correndo atrás do prejuízo, e quanto mais eu observo e tento ganhar a dianteira, fico parecendo o Rubinho Barrichello.
Fico morrendo de raiva de tudo isso e tá começando a aparecer. Já tenho uma nova coleção de apelidos: “doentinha” (com aquela cara de pena dos amigos), “apaixonada… ou precisando se apaixonar” (dos velhos ’sábios’), e o meu preferido até agora: “cadavérica” (brigada pai!).
E a história é sempre a mesma: quem eu quero não me, quem me quer eu não quero, o timing tá sempre errado (comigo, invariavelmente, atrasada), e nada disso é divertido mais!
Se existe algum sádico controlando esse mundo, vira o disco logo que já cansou. Aliás, pare esse mundo de uma vez por todas que eu quero descer!
Chega de palavras melosas, chega de fantasias, chega dessa coisa brega!
Segunda-feira chegou, o frio deu uma trégua, eu vou pro Petar e não preciso de ninguém.
Só pra avisar, coloquei um monte de gringos nos meus links… Esse povinho tá indo (ou já foi) embora do Brasil e vai realmente me deixar saudades. A Jhovanna com certeza eu vejo de novo, mas esse negócio de intercâmbio acabar depois de 12 meses é uma injustiça!
É isso. De volta ao trabalho.
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