Publicado originalmente no De Primeira

Boca Juniors, para los brasileños, no es un equipo de fútbol.
Boca Juniors, para nosotros, es la materialización del fútbol.

Hablo del fútbol que vive en nuestras mentes, en nuestros sueños, en nuestros pies y campos amadores por todo el país. El fútbol que nos hace quedar en colas infinitas para comprar el ingreso a la cancha. Que nos lleva a los estadios en días de sol y de lluvia y no nos deja deprimir cuando el fútbol que vemos en nuestras canchas no se parece con el que vive en nuestros sueños. El fútbol de Boca.

Y ahora ya no sé más que pensar, porque creo que los brasileños no están tan acertados de que Boca Juniors le da vida a ese fútbol ideal, con raza, con ganas, la felicidad pura.

Porque cuando Fluminense eliminó a São Paulo en el último minuto del partido del 21 de mayo, mi primera reacción fue decir “bueno, Boca es el campeón de América de nuevo”. Mira que soy hincha de São Paulo y todavía tengo en mente la buenísima noche de septembre de 2007 cuando eliminamos a Boca por la Copa Sudamericana. Vencer Boca no es fácil, pero tampoco imposible para nosotros. Fluminense, sin la misma tradición y experiencia con el enfrentamiento del temido gigante de Buenos Aires, bailaria un tango diferente.

Sin embargo, Matias sonó la alarma. “Si Fluminense eliminó a ustedes, puede pasar el mismo con nosotros.” Fotógrafo en San Martín de los Andes, es el único hombre entre los cuatro hijos de su padre, y cree en la máxima sobre el equipo de La Bombonera: “Uno no nace hincha de Boca, se hace hincha de Boca.”

El tipo se quedaba en mi casa por unos días, mientras viaja por Brasil, fue re sensible en no dejar que su alegría se dejase mostrar – Palermo recién había destruido los mexicanos de Atlas cuando Washington del equipo carioca hizo el tercero gol en Rogerio Ceni.

Matias, me dé cuenta el miércoles, estaba correcto. Ya sabemos que Boca es prácticamente indestructible en su casa y no mucho menos poderoso en la de otros. Pero Fluminense jugó sin cualquier respeto por los hexacampeones de América. Jugó como si enfrentara Vasco, Botafogo, São Paulo o algún equipo chico.

Si, hizo un montón de errores, principalmente los defensores, y Renato Gaúcho, el entrenador, se ponía visiblemente nervioso. Pero que más esperamos de alguien en la noche más importante de su nueva profesión?

Fue la más importante desde el miércoles anterior, y el próximo miércoles será aún más importante. En siete días, ese equipo que ni siquiera participó del torneo en los últimos veinte y pocos años eliminó el mayor campeón brasileño de la Libertadores y sacó un empate fuera de casa con el actual dueño de América. Alguien duda con verdadera convicción que el Maracanã será palco de más una historia de éxito de Brasil sobre Argentina? Matias, y ahora yo también, no.

Publicado originalmente no De Primeira

Não, Felipe, você entendeu tudo errado! Não eram insultos racistas, aquilo foi só brincadeira! Nós não achamos realmente que você é diferente da gente só pela cor da pele. Que diferença faz se você é um pouco mais escurinho? Mas neguinho e preto, na verdade, são só palavras. Falamos sem pensar, não quis dizer nada, entende? Só um jeito de te provocar, porque te respeitamos. Aí quem sabe a sua ira atrapalharia suas defesas. Mas fique longe da minha irmã, senão te dou porrada.

É que nem quando a gente chama o Richarlyson de bicha louca. A gente não liga pro fato de ele correr de uma maneira, digamos, diferente. Sabemos que ele é livre pra correr do jeito que quiser. Também pode dar em cima de quem quiser, desde que não seja eu. Pode ser até meus amigos, porque aí é mais piada pra mesa de bar. Mas poxa, quando ele chuta errado, aí já viu, né? Escapa um “vai se fuder, viado!” Não quer dizer que a gente tem problema com a orientação sexual dele. Não é homofobia.

E poxa, veja só você como não é preciso nos levar a sério. Até com a arbitragem feminina, que amamos e aceitamos de braços abertos no futebol, é a mesma história. Mas ainda insistem em nos chamar de machistas, dá pra acreditar? Quem manda ela ficar de shortinho ali na lateral? Chamamos de bandelícia e tal, mas é só um elogio, sabe? Achamos legítimo e super positivo reconhecer a beleza do sexo frágil. E, como ela é mulher, não dá pra xingar do mesmo jeito que xingamos os bandeirinhas machos. Quando ela erra, tem que mandar essa prostituta dar o cu, ué! Assim aprende qual é o verdadeiro lugar dela. Buscando a minha cerveja. Sem o shortinho, claro.

Acho que o que eu quero dizer mesmo é simples. Futebol é só um jogo, não dá pra ser levado tão a sério, sabe? Se vierem me zoar, me chamar de hétero branquelo, não fico bravo não. Levo na esportiva. Faça o mesmo vai!

Só, sem ter ninguém
Vivo a sofrer
Me lamentando, também procurando
Toda verdade esquecer

Feliz é aquele que o mundo não viu
E a maldade sentiu

Olho para o mundo
Fico a imaginar
Toda incerteza que a vida nos dá
Quando se tem que amar

Feliz é aquele que o mundo não viu
E a maldade sentiu

Mas quando se quer
Sempre se encontra um alguém
Que nos faz feliz
Procurando ser feliz também

Feliz é aquele que o mundo não viu
E a maldade sentiu

A Internet e a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil e no Japão: discrepâncias entre a evolução tecnológica e o atraso no combate aos crimes digitais

“Haha acabei de me lembrar de um dia na sétima série, quando eu e um amigo fomos monitores do curso de primeira comunhão da terceira série e, depois de “ensaiar o sacramento da eucaristia” com os alunos, a professora mandou a gente arrumar a capela e levou a classe pra próxima atividade.

E aí veio a pergunta: O que fazer com o vinho que sobrou no cálice? Desperdiçar é feio, o padre sempre ensinou…

Teve também o retiro de Páscoa de ex-alunos, quando decidimos reencenar a última ceia segundo um roteiro Xis que alguém achou sobre jantares típicos dos judeus da época. O problema é que, a cada hora que o roteiro mandava a mulher mais velha da sala colocar vinho no copo de todo mundo, a regra era só passar para a próxima parte da refeição depois que todos esvaziassem o copo.

…acho que vou pro inferno.”

Quando em Brasília, visite o novo parque de diversões instalado na Asa Sul, a algumas quadras da lanchonete Sky’s. Aproveite o período noturno (ele fica aberto 24 horas por dia) para evitar filas, e não deixe de passar por todos os brinquedos. Recomenda-se apenas um passeio obrigatório: perder-se no labirinto de mosaico verde azulado. O resto das atrações é livre. Apenas liberte-se dos compromissos e divirta-se.