El hombre de las reglas y su zona de confort tienen límites claros como la tarde de sol que te acompañó durante aquel viaje en coche cuando aún creías que lo podías soportar: Se prohíbe el toque físico en público. Por cierto, cuanto menos contacto entre pieles, no importa cuál sea el tamaño de la audiencia, mejor. Se permite cenar si la cena consiste en las galletas de siempre, y ni se te ocurra inventar otro plan. La concentración debe tener prioridad sobre los sentimientos y no se aconseja saltar la normativa metodológica, aunque el nivel de drama de una situación no puede ser controlado.

Pero al niño dicen las almas bien intencionadas que merece una oportunidad de cambiar las reglas. Nunca ha pasado por eso y no sabe muy bien qué hacer. Ser listo es un privilegio que los menos limitados moralmente usan con selectividad. Y luego te das cuentas que no son las reglas del hombre de las reglas que se las han saltado.

Son las tuyas, las que criaste tras años de experiencias malas, porque de las buenas no se aprende nada. Tu regla de más sol y menos problemas se la paparon con gusto, pero la digirieron y la defecaron mientras el solsticio de verano se alejaba. Tu regla de fijarte en quien gustas y olvidarte el resto fue sutilmente borrada día tras día, semana tras semana de silencio y breves gestos de rechazo disfrazados de postura profesional. Fuiste engañada, porque no le gustas y no hay “lo sientos” suficientes en el mundo capaces de hacer brotar el cariño de la nada.

Tardaste en darte cuenta de que te hicieron una trampa y te la papaste como una niña de 15 años. Presa en un noviazgo adolescente, una relación cada vez más virtual y menos real. Ya no te acuerdas de cuando fue real, y no te sorprendería que un día descubrieras que la respuesta es nunca.

Porque nunca las reglas del hombre de las reglas han movido siquiera un milímetro hacía la mitad del camino. Y siempre supiste que las relaciones que viajan por calles de sentido único nunca llegan a cualquier sitio.

acabo de doar dinheiro a uma pessoa que nunca conheci. uma pessoa que está morta. o dinheiro, tão pequenino, vai somar com um monte de outras quantias modestas para ajudar a família dessa pessoa a despedir-se dele como se deve.

acabo de descobrir com que tipo de pessoas quero me relacionar. com que ideias, conversas, risadas, leituras, escrituras e partituras quero gastar o tempo que me resta.

- you can’t hear how high pitched my voice can get and how hard it is to tone it down

- my constant scratching of facial tiny marks makes them last for months on my face, but that goes by unnoticed

- it’s easy to forget the bad stuff when you get distracted by a sweet smile under a neat hat

- my anger seems daringly attractive from afar

- my sense of style looks harmless if you don’t have to be publicly linked to it on a daily basis

- my online messages might make you think i like back when that is clearly not the case

- i don’t bother letting you know when it’s not the case because you’re over there and i’m over here

but all that changes in person.

não vou casar na igreja com vestido branco. brincar de noiva na festa à fantasia ou na junina não é a revelação de um desejo reprimido pelo feminismo, aquele papa-noivas vermelho e anti-democrático. o feminismo é libertação. veja a vista do outro lado da janela.

do meu ventre não vai sair ninguém. não descarto adotar alguma daquelas crianças fenomenais que já são “velhas demais”, ainda que essa ideia me pareça tão etérea como o discurso que eu pretendo dar quando receber o Oscar de melhor roteiro adaptado, quando eu adaptar o meu best-seller pra telona. mas o meu “relógio biológico” veio quebrado de fábrica. quando criança eu fingia que minhas bonecas eram meus irmãos mais novos.

eu não parei de comer carne para te fazer sentir mal porque você ainda come bichinhos indefesos. parei porque sou livre pra comer o que quiser. eu não dou a mínima para a tua dieta. devolva-me a cortesia e então eu não precisarei rolar os olhos para o teto, dar risadinhas sem graça e coerentes com as piadas que você acha que inventou sobre o tema.

eu tenho saias curtas. eu visto saias curtas. não é esse o problema.

quando eu digo que alguém que aceita uma relação monogâmica e trai tem uma falha tremenda no carácter, estou falando sério. se você é fraco demais e precisa de justificativas para poder dormir à noite, procure-as em outro lugar. e o namorado da minha amiga tem a mesma relevância que o namorado de qualquer fulana que eu não conheço. os dois estão fora dos meus limites porque, quando eu digo que não curto hipocrisia, também estou falando sério.

eu não entendo isso de sentir ciúme doentio. não entra na minha cabeça isso de se comprometer tão a sério com alguém em quem a gente não confia. eu já senti ciúme, mas não é nada doentio. eu percebo que é ciúme, deixo-o fervendo uns minutos e depois desligo o fogo e ele logo esfria. confia logo, e se o resultado for a queda da casa, tenha certeza que a próxima que você construir será mais forte.

nossa, olha o que escrevi no primeiro parágrafo… eu não pretendo casar e ponto. se eu resolver juntar, enviarei um cartão-postal avisando meu amigo Samuel, o melhor marido que eu já tive. e só pra ele porque ele faz coleção. o resto de vocês eu aviso por e-mail.

eu faço mais piadas do que deveria. brinco mais do que falo a sério. se não consegue reparar nisso, talvez é melhor ler com os olhos abertos da próxima vez.

esse texto só tem uma piada. veja só como eu sou atenciosa e evito a tua confusão.

conte quantas vezes eu usei a palavra odeio nesse ano. compare com o resto dos mortais, e só então venha falar comigo sobre os meus ódios e bravezas. se nem o basquete eu digo que odeio, não é a você que eu vou estender tamanha honra.

ok, já podes dizer que o sangue a correr pelo meu coração gelado não pode ser normal. só não deixe comentários.

Uma das minhas professoras favoritas foi a pequenina e poderosa Tomie, mestre das matemáticas. Não tinha aula em que o ritual deixava de se repetir. Tocava o sinal e, enquanto os alunos fechavam os cadernos, Tomie resolvia passar a lição de casa. Ecoávamos em uníssono:

- Ah não, pssora!
- Anão é um homem menor do que eu e a Aninha.

Aninha é como me chamam os egressos de todos os colégios jesuítas do Brasil. Apesar do meu metro e cinqüenta e pouco, são poucas as pessoas que eu realmente considero alta. Vai ver é o meu jeito enfezado que não me deixa intimidar apenas pela extensão vertical de alguém. Para que isso aconteça, é preciso impor-se com mais do que altura. Faz falta a atitude.

O raciocínio acima leva a uma natural conclusão: Martinho Marcos de Freitas foi o homem mais alto do mundo. Seus longos cabelos negros, embranquecidos pelo tempo, dançavam em um ritmo próprio quando Martinho caminhava pelos corredores do Colégio São Luís. Ele raramente passava os dedos pelo cabelo, deixava-os livres para posicionar-se da maneira que achassem mais apropriado. As correntes que ele usava no pescoço, por outro lado, descansavam sempre quietas sobre as camisetas de tons rosados e sob as camisas de botão xadrez ou tingidas. E o mais próximo possível de seu coração.

Visto lá de baixo, por uma garota baixinha, ele sempre parecia ter de desviar do batente das portas e, de vez em quando, até do teto, tão alto era aquele homenzarrão calmo, de fala pausada e uma paciência infinita para explicar quantas vezes fossem necessárias o motivo pelo qual o verbo era transitivo direto. Seu talento como professor não me impressionava, porque naquela época eu não pensava nas causas e conseqüências da vida em geral. Nunca ponderei os motivos pelos quais ele decidiu dar aulas. Se ele deixou o cabelo crescer e furou a orelha para fazer pirraça com os pais e no fim gostou do visual. Se ele gostava mais de dar aulas no cursinho ou no colégio.

Martinho era sinônimo de conhecimento, segurança, futuro. Driblava aquele sentimento de obrigação irremediável de ter que assistir aula que atinge todos os centímetros da nossa alma de vez em quando. Eu sabia separar essa sensação inevitável do sentimento que nutria pelos professores e não desgostava de nenhum deles por tabela.

Mas eu sabia diferenciá-los. Os que acreditaram em mim e os que me colocaram na lista de quem só passaria na FAAP. Os que me faziam sentir em boas mãos, e estimulada a fazer com que um dia se orgulhassem de mim como eu me orgulhava de ter aprendido com eles, e os que só tinha poder sobre mim por causa da hierarquia escolar.

Além de VTDs e VTIs, e de me fazer apaixonar por O Guarani, Martinho também me ensinou que precisamos tratar nosso idioma com carinho e nunca se acomodar às formas fáceis de abusar dele como se fosse uma ferramenta tão descartável como uma caneta BIC. E que ser bom, no que quer que seja, não basta. É preciso ser o melhor possível. A prova de Português na Fuvest foi a única mais fácil que os exames bimestrais do terceiro colegial, e foi por causa disso que deixei o Taguchi, meu professor de Física, sem resposta quando lhe contei que estava estudando Relações Públicas e ele perguntou se era na FAAP. “Não, na USP”, disse eu, na primeira e última vez em que senti orgulho de ostentar essa grife.

Conheci o Martinho anos antes de ele vir a ser meu professor, quando os meninos do colegial que foram monitores do acampamento dos pirralhos da quinta-série queriam alguém leve o suficiente para fingir que nadava pela janelinha da sala de aula dele. Desde aquele dia, quando levei uma bronca disfarçada de brincadeira, encaixei Martinho na primeira categoria. E não fui a única, pelo que pude ver no Orkut dele, onde gente muito mais nova e muito mais velha do que eu deixam há anos recados contando suas novidades, agradecendo os desejos de Feliz Aniversário que ele oferecia e simplesmente avisando que sentiam saudades daquele que, certamente, iria trabalhar de havaianas, se o colégio permitisse.

Eu poderia usar aqui todos os superlativos do mundo para medir a altura de Martinho. Não há girafa ou torre altas o suficiente para competir com esse arranha-céu humano. De tão alto, Martinho acabou raspando a cabeça no céu. Talvez o enfarto fulminante que o vitimou ontem torne escassos os recados em seu Orkut. Mas 27 anos de classes bem dadas o manterão vivo por várias gerações.

“Pessoal, vamos fazer mais silêncio na aula, por favor? Porque senão vocês vão acordar a Aninha…”

martinho

Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o surgimento do comércio virtual exige a precisão e a definição dos paradigmas corporativos. Percebemos, cada vez mais, que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos maximiza as possibilidades por conta do impacto na agilidade decisória. O empenho em analisar a constante divulgação das informações obstaculiza a apreciação da importância dos métodos utilizados na avaliação de resultados. O cuidado em identificar pontos críticos no desafiador cenário globalizado agrega valor ao estabelecimento do processo de comunicação como um todo.

Neste sentido, o novo modelo estrutural aqui preconizado possibilita uma melhor visão global do investimento em reciclagem técnica. No mundo atual, a mobilidade dos capitais internacionais promove a alavancagem do fluxo de informações. A nível organizacional, a determinação clara de objetivos auxilia a preparação e a composição do retorno esperado a longo prazo. É importante questionar o quanto a necessidade de renovação processual nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. No entanto, não podemos esquecer que a crescente influência da mídia estimula a padronização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.

Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a revolução dos costumes causa impacto indireto na reavaliação das formas de ação. Desta maneira, a percepção das dificuldades acarreta um processo de reformulação e modernização do orçamento setorial. Não obstante, o entendimento das metas propostas apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do levantamento das variáveis envolvidas.

Pensando mais a longo prazo, o fenômeno da Internet cumpre um papel essencial na formulação das regras de conduta normativas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a valorização de fatores subjetivos ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança de todos os recursos funcionais envolvidos. Gostaria de enfatizar que o consenso sobre a necessidade de qualificação talvez venha a ressaltar a relatividade das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o início da atividade geral de formação de atitudes estende o alcance e a importância do remanejamento dos quadros funcionais.

Caros amigos, a complexidade dos estudos efetuados afeta positivamente a correta previsão das novas proposições. Do mesmo modo, o comprometimento entre as equipes facilita a criação dos procedimentos normalmente adotados. Por conseguinte, a contínua expansão de nossa atividade é uma das consequências das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Por outro lado, o acompanhamento das preferências de consumo prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos índices pretendidos.

O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a execução dos pontos do programa representa uma abertura para a melhoria dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. As experiências acumuladas demonstram que a adoção de políticas descentralizadoras desafia a capacidade de equalização das direções preferenciais no sentido do progresso. O que temos que ter sempre em mente é que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação deve passar por modificações independentemente do sistema de participação geral. A prática cotidiana prova que a estrutura atual da organização aponta para a melhoria das condições inegavelmente apropriadas. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a consolidação das estruturas pode nos levar a considerar a reestruturação dos níveis de motivação departamental.

Evidentemente, a expansão dos mercados mundiais oferece uma interessante oportunidade para verificação da gestão inovadora da qual fazemos parte. Assim mesmo, a hegemonia do ambiente político não pode mais se dissociar dos modos de operação convencionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a consulta aos diversos militantes faz parte de um processo de gerenciamento do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Todavia, a competitividade nas transações comerciais garante a contribuição de um grupo importante na determinação das diversas correntes de pensamento.

É claro que o julgamento imparcial das eventualidades assume importantes posições no estabelecimento de alternativas às soluções ortodoxas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o surgimento do comércio virtual pode nos levar a considerar a reestruturação dos paradigmas corporativos. Por conseguinte, a crescente influência da mídia talvez venha a ressaltar a relatividade do levantamento das variáveis envolvidas. O cuidado em identificar pontos críticos no início da atividade geral de formação de atitudes obstaculiza a apreciação da importância do sistema de participação geral. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a consolidação das estruturas agrega valor ao estabelecimento do processo de comunicação como um todo.

Evidentemente, a constante divulgação das informações possibilita uma melhor visão global do investimento em reciclagem técnica. Pensando mais a longo prazo, a determinação clara de objetivos promove a alavancagem do fluxo de informações. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a revolução dos costumes estende o alcance e a importância dos procedimentos normalmente adotados. É importante questionar o quanto a necessidade de renovação processual faz parte de um processo de gerenciamento das condições financeiras e administrativas exigidas. No entanto, não podemos esquecer que a execução dos pontos do programa deve passar por modificações independentemente do retorno esperado a longo prazo.

Do mesmo modo, o julgamento imparcial das eventualidades assume importantes posições no estabelecimento dos modos de operação convencionais. Desta maneira, a percepção das dificuldades acarreta um processo de reformulação e modernização do orçamento setorial. É claro que o novo modelo estrutural aqui preconizado apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção de todos os recursos funcionais envolvidos.

O empenho em analisar o fenômeno da Internet cumpre um papel essencial na formulação das formas de ação. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o consenso sobre a necessidade de qualificação ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Gostaria de enfatizar que o acompanhamento das preferências de consumo causa impacto indireto na reavaliação dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Assim mesmo, o desafiador cenário globalizado auxilia a preparação e a composição da gestão inovadora da qual fazemos parte.

Não obstante, a complexidade dos estudos efetuados representa uma abertura para a melhoria das diversas correntes de pensamento. No mundo atual, o comprometimento entre as equipes desafia a capacidade de equalização do impacto na agilidade decisória. O que temos que ter sempre em mente é que a contínua expansão de nossa atividade oferece uma interessante oportunidade para verificação das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais maximiza as possibilidades por conta dos níveis de motivação departamental.

PS: texto escrito pelo Fabuloso Gerador de Lero-Lero

I’ve had this laptop with Windows Vista for a year and still haven’t figured out how to:

- Find the “Save As” option on any of the Microsoft Office programs
- Get certain applications that run on start-up to stop running on start-up