No último dia 25, a Comissão Organizadora Nacional de Portugal reuniu, em Lisboa, 80 professores das 40 escolas do país que participarão do processo da Confint 2010. As escolas de todo o país foram escolhidas por causa de seu sólido histórico em ações de Educação Ambiental. A reunião aconteceu na Agência Portuguesa do Ambiente e se dividiu em duas partes: a apresentação da Confint 2010, seguida da explicação sobre como está sendo realizado o processo europeu e o da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e a apresentação sobre como será o processo específico de Portugal.
“A reunião com as escolas foi um passo muito importante no processo em Portugal. As 40 escolas selecionadas possuem muita
experiência e se animaram muito para eleger o delegado na escola, as responsabilidades e ações”, afirmou Joana Amaral, coordenadora técnica do projeto, que participou do evento.
No único país europeu da CPLP, a etapa escolar acontece até o início de abril. Durante esse período, os alunos prepararão trabalhos sobre as mudanças climáticas e cada escola selecionará o melhor para representá-la na etapa nacional, que acontece nos dias 12 e 13 de abril. Segundo o regulamento, “os projectos deverão dar respostas aos problemas ambientais sentidos pelos alunos no meio em que a escola se insere, utilizando a criatividade e a inovação como ferramentas na resolução de problemas, numa perspectiva de sustentabilidade”. O grupos temáticos são Terra, Ar, Água e Solos.
São Tomé e Príncipe já definiu a delegação que representará o país na Confint 2010, em Brasília. A eleição dos quatro jovens foi realizada na semana passada, durante o último dia da Conferência Nacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta. O evento contou com a participação de 200 pessoas, sendo que 170 delas eram jovens estudantes de todas as regiões do arquipélago. “Foi a primeira vez no país que as crianças de todos os distritos se encontraram, e algumas vieram de suas escolas bem empenhadas em dialogar sobre o tema”, afirmou Naiara Campos, da equipe técnica brasileira que acompanhou de perto o processo.
A abertura, no dia 24, contou com a participação do Ministro da Educação, de representantes do Ministério do Ambiente de São Tomé e Príncipe e do Embaixador do Brasil no país. Entre as atividades realizadas se destacam oficinas de comunicação, culturais e também uma caminhada feita pelas crianças pela capital do país, durante o encerramento. Animadas e dispostas a chamar a atenção do governo e da sociedade local a respeito das ameaças da mudança do clima, os próprios alunos prepararam faixas, bandeiras e cartazes que levaram às ruas durante a caminhada que encerrou o evento.
Para Felisberto Viegas, da Comissão Organizadora Nacional, o evento, apesar de trabalhoso, valeu a pena. “Foi a primeira vez que São Tomé e Príncipe viveu algo parecido, as crianças estão muito interessadas, ligando pra saber quando é que vai ter mais atividades como estas. A manifestação sensibilizou muito as pessoas e os dirigentes”, explicou ele. Felisberto afirma que a CON agora tentará fazer com que a delegação eleita consiga entregar a Carta em mãos a representantes da classe política tomeense.
Neusa Barbosa, também da equipe técnica brasileira, destacou a participação dos 30 facilitadores, formados em outubro de 2009, para garantir o sucesso do processo no país. “Um grupo comprometido e responsável de trinta professores estavam preparados e animados com todo o processo. Eles investiram esforços para que a conferência acontecesse da melhor forma possível. Sem eles não seria possível a realização das conferências nas escolas, a facilitação das oficinas e o acolhimento de 170 adolescentes na 1ª Conferência Nacional de São Tomé e Príncipe”, afirmou.
Nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro, as ilhas São Tomé e Príncipe realizam sua Conferência Nacional Infanto-Juvenil. Será o primeiro país da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (à exceção do Brasil, que realizou sua Conferência em 2009) a passar por essa etapa, a última antes de embarcar rumo a Brasília para a Conferência Internacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta (Confint 2010).
Cerca de 200 pessoas, incluindo delegados, facilitadores e convidados, participarão do evento nacional. Os delegados são adolescentes entre 12 e 15 anos eleitos por suas próprias escolas para representar os desafios ambientais de suas regiões e quais são as responsabilidades que cada um de seus jovens deve cumprir para frear o avanço das mudanças climáticas.
Da observação à prática
A participação de São Tomé e Príncipe na Confint 2010, porém, começou há quase um ano, quando Felisberto Viegas representou o país como observador na III Conferência Nacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Brasil. Hoje presidente da Comissão Nacional Organizadora, Felisberto lidera a equipe que vem mobilizando os estudantes do país a refletir e debater democraticamente sobre os efeitos das mudanças do clima.
O primeiro passo da implantação do projeto no país foi a sensibilização dos Ministérios da Educação e Cultura, Recursos Naturais e Meio Ambiente e Juventude. Constituída oficialmente a CON, a etapa seguinte foi formar uma equipe de facilitadores. São eles 80 professores, jovens e educadores das duas ilhas que se reuniram entre 19 e 21 de outubro de 2009 para aprender sobre a metodologia das conferências nas escolas.
Mobilizando a comunidade escolar
Em novembro de 2009 foram realizados encontros de capacitação dos atores locais para as conferências, e as primeiras escolas de São Tomé e Príncipe realizaram suas conferências. Desde então, todas as regiões do país receberam a conferência na escola, uma etapa fundamental do processo, pois é onde o maior número possível de adolescentes é incentivado a parar para pensar nas ameaças ambientais em nível local, e a vislumbrar formas de atuação globais para enfrentá-las.
Segundo Viegas, que acompanhou o evento em várias escolas, “toda a gente discutia o tema e parecia que os meninos eram especialistas, eles discutiam como adultos”. Ele afirma que os temas Água e Energia foram os mais discutidos nas. Na escola Riboca, por exemplo, ele destaca a participação dos pais. “Os meninos e meninas questionaram a eles o que deveriam fazer pra melhorar a água, além de trazerem os mais velhos da comunidade para ajudar a refletir. Ao final, as crianças conversaram com os líderes políticos e disseram que se eles iriam ajudá-los a resolver esses problemas”, afirmou Viegas.
A ideia partiu de Joana Amaral, coordenadora técnica do projeto da CPLP na Confint 2010. Levar à reunião em Cabo Verde oito pedaços de pano em formato quadrado e pedir que cada país decorasse o seu, para formar uma grande bandeira que representará os países de Língua Portuguesa na Conferência Internacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta. As CONs, apesar de terem sido avisadas de última hora, conseguiram reunir material em seus países com o qual pudessem preparar seu quadrado. Com o passar dos dias, os pedaços de pano foram se transformando em verdadeiros espelhos da cultura angola, brasileira, caboverdiana, guineense, moçambicana, portuguesa, são tomeense e timorense. Simbólicamente, eram todas as CONs unidas, faltando apenas os últimos pontos, nós e costuras para rematar todos esses meses de intenso trabalho.
Ao fim do evento na Cidade da Praia, a equipe técnica levou todos os oito países, em forma de linhas e tecidos, dentro da mala, ao Brasil. Enquanto os países seguem cumprindo as etapas que levaram as delegações de jovens até Brasília, em junho, uma senhora que não tem idade para ser delegada resolveu dar, mesmo assim, uma valiosa contribuição ao projeto. Trata-se de Dona Elza, de 82 anos, avó de Naiara Campos, da equipe técnica brasileira.
Com a destreza que toda mão de avó possui, Dona Elza transformou oito países em uma grande e linda comunidade. As fotos de todo o processo de construção dessa bandeira você acompanha abaixo.
Na nossa escola (Escola Secundária Jorge Barbosa, cidade do Mindelo) a conferência decorreu num clima de grande entusiasmo, pois tínhamos marcado o inicio para as 8:30 mas mesmo antes desta hora já havia um grande aglomerado de alunos na escola a aguardar ansiosos. Estávamos esperando a participação de aproximadamente 600 alunos mas a nossa expectativa foi ultrapassada pois compareceram cerca de 850 alunos.
A nossa conferencia durou aproximadamente 5 horas. As actividades mais interessantes foram as apresentações dos temas seguidas do debate. As metodologias de apresentação variaram de grupo para grupo e mesmo a defesa das ideias bem como a propostas de acção foram bastante frutíferos.
Saímos da conferencia com um sentimento de que muita coisa pode ser feita a partir das ideias discutidas e avaliadas durante a conferência.
A eleição dos delegados (uma menina e um rapaz) foi feita por voto secreto dos alunos que estavam na conferência e que tinham participado na apresentação e debate sobre a temática apresentada.
Achamos que a consciencialização dos alunos para a causa das mudanças climáticas foi uma batalha ganha. No entanto, a guerra ainda não está ganha por isso assumimos o compromisso de criar condições para promover o ideal “VAMOS CUIDAR DO PLANETA, CUIDANDO DE CABO VERDE”. Neste sentido, compartilhamos esta mensagem com toda a população de São Vicente durante o nosso desfile de carnaval que também teve como tema “VAMOS CUIDAR DO PLANETA”.
Já participei de diversas eleições de delegados(as) para a Conferência Nacional brasileira e considero importante a observação do princípio: “Jovem escolhe jovem”. Participei de uma conferência estadual onde a delegação era eleita por um júri de adultos, formado por professores e técnicos da área de educação e ambiente, e percebi como as crianças ficavam nervosas e não conseguiam apresentar bem suas idéias, e não se sentiram as verdadeiras responsáveis pelo processo. Em outras experiências onde através do diálogo as crianças se conheciam melhor e se escolhiam, eu observei que mesmo quando não eram escolhidas, as crianças sentiam que alguém (de seu estado ou sua região) poderia representá-las em uma nova etapa. Uma idéia boa foi de um estado que reuniu os estudantes em grupos menores, por regiões que já tinham garantidas um número de vagas de acordo com o número de escolas participantes do processo e igual para meninas e meninos. Dessa forma o diálogo e a escolha dos representantes ficou mais tranquila e os pr princípios da democracia, da diversidade regional e da equidade de gênero foram respeitados.
Experiências de eleições de delegados:
Já participei de diversas eleições de delegados(as) para a Conferência
Nacional brasileira e considero importante a observação do princípio:
“Jovem escolhe jovem”. Participei de uma conferência estadual onde a
delegação era eleita por um júri de adultos, formado por professores e
técnicos da área de educação e ambiente, e percebi como as crianças
ficavam nervosas e não conseguiam apresentar bem suas idéias, e não se
sentiram as verdadeiras responsáveis pelo processo. Em outras
experiências onde através do diálogo as crianças se conheciam melhor e
se escolhiam, eu observei que mesmo quando não eram escolhidas, as
crianças sentiam que alguém (de seu estado ou sua região) poderia
representá-las em uma nova etapa. Uma idéia boa foi de um estado que
reuniu os estudantes em grupos menores, por regiões que já tinham
garantidas um número de vagas de acordo com o número de escolas
participantes do processo e igual para meninas e meninos. Dessa forma
o diálogo e a escolha dos representantes ficou mais tranquila e os
princípios da democracia, da diversidade regional e da equidade de
gênero foram respeitados.
Por Clóvis Henrique, da equipe técnica brasileira:
No Brasil, para a elaboração da carta de responsabilidades uma equipe técnica, indicada pela comissão organizadora nacional, leu todas as responsabilidades enviadas pelas escolas e selecionou aquelas que apareceram com mais frequência, agrupou o conjunto por tema e organizou para eliminar repetições. Esse trabalho, chamado de sistematização, gerou o texto-base que foi o subsídio para o diálogo na conferência nacional. A sistematização, feita antes do evento, facilitou a tarefa dos estudantes, mas teve o cuidado de manter o texto o mais próximo possível dos resultados alcançados nas conferências nas escolas.
Foi por meio deste texto-base que as responsabilidades mais representativas entraram em pauta no diálogo. Na Conferência Nacional, todos os estudantes presentes, divididos em pequenos grupos, leram e dialogaram sobre as responsabilidades escolhendo aquelas que mais contribuiam para cuidar de nosso país. Em seguida, um grupo de representantes dos estudantes participou de uma atividade que, partindo das indicações dos pequenos grupos, elaborou a redação final da carta de responsabilidades.
Em todo o processo de elaboração da carta, contamos com facilitadoras e facilitadores que trabalharam para que o diálogo acontecesse com naturalidade e foco no resultado pretendido. Na preparação das atividades elaboramos roteiros para guiar o trabalhos dos facilitadores. Aqui disponibilizamos o roteiro das duas atividades ocorridas na Conferência que deram fruto à carta: os pequenos grupos e a oficina da carta. São subsídios para inspirar a elaboração das metodologias apropriadas à realidade de cada país.
Reunir pessoas de oito países e quatro continentes não foi fácil, mas o resultado fez com que a reunião das CONs em Cabo Verde, que aconteceu na última semana, valesse muito a pena. Mais de 30 pessoas, incluindo ao menos dois representantes de cada país-membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, estiveram juntas entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro na Cidade da Praia com um único objetivo: dar mais um passo rumo à Confint 2010. Essa foi a vez de planejar as conferências nacionais de cada país.
Entre as atividades realizadas pelas CONs se destacam uma apresentação sobre o processo atual de cada uma, onde o coletivo pôde aprender com as experiências alheias e também ajudar a propor soluções e debater sobre a metodologia aplicada de acordo com cada realidade. Houve também um trabalho denso de planejamento, onde cada comissão definiu a programação de sua conferência e levantou uma planilha de custos preliminares para chegar então ao orçamento do evento.
Além disso, mais detalhes sobre a Conferência Internacional foram apresentados por Rachel Trajber, coordenadora geral da Confint, que esteve presente durante todos os quatro dias de reunião. Durante os quatro dias de reunião, os participantes decoraram um pedaço de pano com as cores e imagens tradicionais de seus países, e ao final uma colcha de retalhos representando a identidade multicultural da CPLP foi formada e será apresentada durante a Conferência Internacional, em Brasília, no mês de junho.
O evento coincidiu com a realização das conferências nas escolas de Cabo Verde, no dia 30 de janeiro, e o grupo multilateral pôde ver de perto como está sendo realizado o processo no arquipélago.
Veja fotos do evento e, abaixo, veja um vídeo produzido durante a reunião:
Relato enviado por José Silva, da Comissão Organizadora Nacional de Angola, sobre a reunião de CONs em Cabo Verde, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2010:
Continuamos a Seguir. Juntos vamos conseguir unir os vários retalhos pra costurar a nossa manta.
Somos todos OYE OYE
Com dias muito apertados, mas sempre bem acompanhados com a Briza da Morabeza. Houve quem tirou mais uns dias pra saborear outra catchupa e…….
Mas foi bom, estar na praia, com a simpatia do pessoal de Cabo Verde, Aidil, Dirce, Paula (já tas mais calma e descansada, cuida da tua saúde) Clarice, Emílio, Dúnia (quase mama, tem q descansar) e mais dois colegas, agora os nomes?!!, perdi a cábula, não faz mal são todos bons amigos, e não se vão chatear; O Edmilson e o Quim que sempre nos aturaram com o vai e vem; a Amiga Ana que nos ofereceu aquele jantar com direito a música ao vivo. Todos dançaram a coladera e o funaná com o ku-duro de Angola, A palanca Negra esteve presente. O “Kunaná”, foi como juntar samba e semba.
Novos rostos ( a gentileza da Naiara, Carol a nossa Mascote e Clovis, um cara Bacana) da equipa do MEC, grande turma, onde a Joana e Neusinha já são cartão de visita, sempre bem liderados pela Raquel. Nos despedimos de alguém que sempre diz “VAMOS”, o amigo agora é alto executivo em Bissau, mas continua ligado, assim é que é, Força Saldanha. A Conceição e o Nicolau darão conta do recado. De São Tomé, já habituados com o Felisberto, agora veio outro grande companheiro, Gil, foi bom, souberam tomar conta das senhoras de Angola, Maria e Piedade, Já que o ZSILVA chegou tarde, sempre ele, desafinado,e a dar dores de cabeça, dizem que ainda não voltou pra casa, está em Lisboa-Portugal, à procura do pessoal da educação! A Raquel é o máximo, boa turma, as senhoras portuguesas, alias nós lá em Portugal……..! Estamos distantes de Timor, mas o Miguel e Natalino mostraram q se pode encurtar distancias e partilhar muitos pontos comuns, foi esta
mensagem trazida do Índico, pele Madalena, Jaíde e agora o Marcos, Canimambo Moçambique.
Valeu por tudo, houve momentos meio complicados, mas foi necessário. Marcamos mais um passo.
Junho, Brasília será uma conquista. Até lá……
SEGUIMOS JUNTOS
VAMOS
NÓS CONSEGUIMOS
OYE OYE
MARÇO 2010
» 15 a 30: Conferências Provinciais de Angola
» 16 a 18: Conferência Nacional de Guiné-Bissau
» 27 e 28: Conferência Nacional de Timor-Leste ABRIL 2010
» 5 a 10: Conferência Nacional de Angola
» 7 a 9: Conferência Nacional de Cabo Verde
» 21 a 24: Conferência Nacional de Moçambique JUNHO 2010
★ 5 A 10: CONFINT
JULHO 2009
✔ Produção do texto base: Passo a Passo AGOSTO 2009
✔ 19 a 21: formação em Moçambique
✔ 25 a 27: formação em Angola SETEMBRO 2009
✔ 15 a 18: formação em Cabo Verde
✔ 22 a 25: formação em Guiné-Bissau OUTUBRO 2009
✔ 19 a 21: formação em São Tomé e Príncipe
✔ 30 a 3 de novembro: reunião de metodologia em Brasília NOVEMBRO 2009
✔ Formações provinciais em Angola
✔ Conferências nas Escolas de Guiné-Bissau DEZEMBRO 2009
✔ Conferências nas Escolas de Guiné-Bissau JANEIRO 2010
✔ 16: Conferências nas Escolas dos distritos Lembá e Lobata de São Tomé e Príncipe
✔ 23 e 30: Conferências nas Escolas de Cabo Verde
✔ Conferências nas Escolas de Guiné-Bissau
✔ 31 a 3 de fevereiro: Reunião das CONs em Cabo Verde FEVEREIRO 2010
✔ 6: Conferências nas Escolas dos distritos Grande e Mé-Zochi de São Tomé e Príncipe
✔ 13: Conferências nas Escolas da Região Autónoma de Príncipe de São Tomé e Príncipe
✔ 20: Conferências nas Escolas dos distritos Cauê e Canta Galo de São Tomé e Príncipe
✔ 25 a 26: Conferência Nacional de São Tomé e Príncipe